“I put that word on the page,
but he added the apostrophe.”
but he added the apostrophe.”
"Eu pus a palavra na página,
mas ela acrescentou o acento."
In "Collaboration with Fly", from the book "Varieties of Disturbance: Stories", by Lydia Davis. Em "Colaboração com a mosca", do livro "Tipos de Perturbação: Ficções", por Lydia Davis.
"Lydia Davis (born July 15, 1947) is a contemporary American writer noted for her short stories. Davis is also a novelist, essayist, and translator from French and other languages, and has produced several new translations of French literary classics, including Proust's Swann’s Way and Flaubert's Madame Bovary. Davis was born in Northampton, Massachusetts. In 1974 Davis married Paul Auster, with whom she had a son named Daniel. Davis is now married to artist Alan Cote, with whom she has a son, Theo Cote. She has published six collections of short stories, including The Thirteenth Woman and Other Stories (1976) and Break It Down (1986), a Finalist for the PEN/Hemingway Award. Her most recent collection was "Varieties of Disturbance", published by Farrar, Straus and Giroux in 2007 and a Finalist for the National Book Award. (...) Her stories are acclaimed for their brevity and humour. Many are only one or two sentences. Some of her stories are considered poetry or somewhere between philosophy, poetry and short story." (Via Wikipedia)
You can read an interview conducted by Sarah Manguso, clicking on The Believer.
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"Lydia Davis é escritora e tradutora norte-americana (nasceu em 15 de julho de 1947 em Northampton, Massachusetts). Vencedora do French-American Foundation Translation Prize de 2003 por sua tradução de "No caminho de Swann", de Marcel Proust. É autora do romance "The end of history" e de quatro volumes de contos, incluindo "Varieties of disturbance". Lydia Davis, uma das ficionistas mais importantes da literatura americana contemporânea, surpreende o leitor com a originalidade vertiginosa das 57 narrativas breves do livro "Tipos de Perturbação" (Companhia das Letras). Apagando as fronteiras entre ficção, ensaio e poesia, ela se vale das mais variadas formas, abordagens e estilos — do falso diário pessoal à paródia de análise sintática, do inventário ao epigrama — para flagrar seus personagens em momentos de solidão e insegurança. A sociedade norte-americana, com suas insuficiências e contradições, revela-se como que à revelia, nas frestas destes textos muitas vezes serenos na superfície. Aqui, o cotidiano mais convencional deixa à mostra seu substrato absurdo, assim como a linguagem sóbria esconde um humor irônico e matreiro. Não por acaso Franz Kafka é o protagonista de um dos contos. Assim como o escritor tcheco, Lydia Davis expressa com maestria literária o trágico e cômico descompasso entre o homem moderno e o mundo a sua volta." (Via Companhia das Letras).
Você poderá ler na íntegra sete contos da escritora, clicando neste link do jornal Folha de S.Paulo.
Lydia Davis
































